quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Capítulo 5 - Espaço dos Antigos



Espaço dos Antigos




Como dissemos no capítulo 4, o Espaço dos Antigos, por nossa definição, vai ser quantificado pelos tempos transcorridos desde o tempo que viveu Adão na terra, 930 anos, até o tempo de José do Egito que viveu 110 anos.


Por questões matemáticas, procurando ter um modelo prático o mais aproximado do teórico, visto serem as idades patriarcais variáveis, percebemos que devíamos subdividir esse terceiro espaço-tempo em mais partes.

A primeira subdivisão do Espaço dos Antigos, chamaremos de Espaço dos Antigos/Matusalém e compreende o período em que viveram Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalalel, Jerede, Enoque e Matusalém. Este grupo de patriarcas foi escolhido pela representatividade de suas idades serem próximas entre si.


A segunda subdivisão do Espaço dos Antigos, chamaremos de Espaço dos Antigos/Noé e compreende o período em que viveram Lameque e Noé.


A terceira subdivisão do Espaço dos Antigos, chamaremos de Espaço dos Antigos/Éber e compreende o período em que viveram Sem, Arfaxade, Salá e Éber.


A quarta subdivisão do Espaço dos Antigos, chamaremos de Espaço dos Antigos/José e compreende o período em que viveram Pelegue, Reú, Serugue, Naor, Tera, Abrão, Isaque, Jacó e José do Egito.


A nossa divisão desses espaços-tempo em quatro partes se deve as seguintes razões:

O Espaço dos Antigos/Matusalém foi escolhido por razões matemáticas, objetivando uma escolha de valores que fosse representativa para o cálculo de uma média. Mas foi também ao mesmo tempo escolhido, por ser um período de tempo anterior ao dilúvio.

Esse período de 1056 anos para a idade da terra, abrange desde o primeiro dia de Adão na terra até o dia do nascimento de Noé. Apresenta uma média aritmética de 926,14 anos para o tempo de vida do ser humano. E por outro lado, numa suposição física, este período da terra certamente representa uma época em que esta tinha outras condições climáticas, biológicas e geográficas, e esta geografia não seria nada parecida com a atual.

Por questão de representatividade da média, o tempo de vida de Enoque não fez parte desse cálculo, porque Enoque viveu apenas 360 anos e este na verdade não morreu, foi levado diretamente para o céu segundo a bíblia.


O Espaço dos Antigos/Noé foi escolhido porque este período abrange uma época de transição, entre o período anterior ao dilúvio e posterior ao dilúvio, e porque a bíblia informa que Noé tinha a idade de 600 anos quando aconteceu o dilúvio, dessa forma este valor de 600 anos é o período de idade da terra escolhido para esse Terceiro espaço-tempo-Parte 2. O período anterior de 1056 anos para a idade da terra somado a este, acumula para a idade da terra, um total de 1656 anos. Nesse caso também as condições climáticas parecem que não influenciaram a biologia de Noé, porque este vive mais 350 anos após o dilúvio, como que as novas condições climáticas, biológicas não lhe afetassem. Nesse período de tempo a média aritmética de vida desses patriarcas foi de 863,5 anos.

O Espaço dos Antigos/Éber foi escolhido porque este período abrange uma época de transição para as novas condições da terra após o dilúvio. Nota-se uma variação imediata no aspecto quantitativo para as idades do ser humano, nota-se um declínio acentuado na queda desses valores. Desde Sem, filho de Noé até Éber, percebemos que este período para a terra abrange 99 anos de transcurso e apresentando para média aritmética de idade do ser humano o valor de 483,75 anos. Dessa forma a idade da terra agora acumula mais 99 anos, resultando um total acumulado de 1755 anos.


O Espaço dos Antigos/José foi escolhido porque este período abrange também uma época de transição para as condições atuais da terra. Nota-se também como no período anterior, uma variação acentuada de declínio no aspecto quantitativo, por exemplo Pelegue atinge 239 anos de idade e José do Egito atinge 110 anos de idade, bem menos que Pelegue no mesmo período da terra de 400 anos.


Desde Pelegue até José do Egito, a média aritmética de idade do ser humano atinge o valor de 185,88 anos. Dessa forma a idade da terra agora acumula mais 400 anos, resultando um total acumulado de 2155 anos.

Vale a pena fazermos uma pequena tabela resumo desses dados obtidos.

Tabela para o Espaço dos Antigos

Espaço dos      Período da Terra   Idade da terra    Idade média do 
  Antigos                                                                   Ser Humano    


Espaço dos             1056 anos           1056 anos          926,14 anos 
Antigos/
Matusalém

Espaço dos               600 anos          1656 anos          863,50 anos  
Antigos/Noé

Espaço dos                 99 anos          1755 anos          483,75 anos  
Antigos/Eber

Espaço dos               400 anos          2155 anos          185,88 anos  
Antigos/José

Tabela 001

Adão não nasceu por parto normal, num nascimento comum, pois segundo a bíblia ele foi criado no céu, no Espaço do Paraíso que definimos antes, e lá ele era eterno, a sua contagem de vida na terra só começa aqui em Gênesis capítulo 5, após o seu traslado do Paraíso.


As informações da base desses estudos de tempo desenvolvidos aqui, são provenientes dos textos da bíblia sagrada cristã, versão AFC, isto é, Almeida, Fiel e Corrigida encontrados no livro do Gênesis capítulos de 5 a 50.

Para um entendimento mais geral da nossa pesquisa para esse espaço-tempo, fizemos o seguinte gráfico de Gantt, com as idades patriarcais do livro do Gênesis.

Tive dificuldade em saber o dia do nascimento exato de José do Egito, apenas pela leitura do livro do Gênesis. De modo que avaliamos a provável data de nascimento de José do Egito e pesquisamos
além da nossa avaliação, sites na internet e encontramos desde Adão até a morte de José, a idade de 2306 anos. No nosso mapa colocamos 2307 anos com diferença apenas portanto de 1 ano entre as pesquisas. Este valor não ocasiona diferenças matemáticas nos resultados, como veremos nos desenvolvimentos matemáticos nos capítulos seguintes.




Em vermelho as barras representam o tempo até o nascimento do patriarca.

Em azul a barra representa o tempo de vida do patriarca.

Um detalhe muito interessante é notar que nenhum patriarca viveu até acontecer o dilúvio, com exceção de Noé e sua família, o que o gráfico demonstra com bastante clareza.

Outro detalhe interessante é que Lameque morre cerca de cinco anos antes do dilúvio com 770 anos e Matusalém exatamente no ano do dilúvio e já estava bem avançado na idade com 969 anos.





Capitulo 6 - Espaço de Hoje

  

Espaço de Hoje


Na sequência de definição dos espaços-tempo, classificamos como o Espaço de Hoje, o espaço-tempo atual e que começa após José do Egito e cuja história da terra é mais ou menos conhecida.



A idade da terra prosseguindo numa análise na bíblia sagrada cristã, que encontrei desde José do Egito até aos dias de hoje (2024), perfazem 3.826 anos.

Então utilizamos em nossos cálculos um período de 2.305 anos mais 3.826 anos, que é igual a 6.131 anos para o período da idade da terra.


Nossa pretensão não é uma estimativa exata mas sim obter uma ordem de grandeza de resultados bem apurada, e sendo estes resultados próximos dos valores obtidos pela ciência, então saberemos que há uma possibilidade muito grande de estarmos corretos, em nossa análise.

Então para compararmos resultados nos capítulos vindouros, necessário será sabermos o que se conhece sobre a idade do nosso universo, segundo a ótica do nosso espaço-tempo, no Espaço de Hoje, então obtivemos a seguinte informação no site da “Wikipédia - enciclopédia na Internet” e que copiamos três parágrafos.

A Idade da Terra é de 4,54 bilhões de anos. Esta idade é baseada em datação radiométrica de meteoritos e é consistente com as idades das mais antigas amostras terrestres e lunares. As medidas de chumbo em minerais ricos em urânio, mostraram que alguns tinham milhares de milhões de anos de idade. A idade mais antiga de tais minerais até hoje, pequenos cristais de zircão de “Jack Hills”, na Austrália Ocidental, têm pelo menos 4,4 bilhões de anos de idade.


Comparando a massa e a luminosidade do sol com outras estrelas, parece indicar que o sistema solar não deve ser muito mais velho do que estas rochas. Inclusões ricas em cálcio e alumínio – os constituintes mais antigos que se conhece dentro de meteoritos formados no sistema solar – têm 4,6 bilhões de anos, dando uma idade ao sistema solar e um limite máximo à idade da terra.


Também é difícil de determinar a idade exata das rochas mais antigas da Terra, expostas à superfície, uma vez que agregam minerais possivelmente com idades diferentes.

Uma ideia matemática que supomos, foi de que a rotação da terra fosse diminuindo lentamente naquele período do Espaço dos Antigos e desta forma a biologia na terra se alterasse em nossos corpos. Quem sabe a medicina ortomolecular pudesse nos falar algo mais a esse respeito. Dessa maneira a par com essa situação rotacional também aconteceram várias situações climáticas, devidas a essa diminuição de rotação, como também pela ação de corpos celestes diversos sobre a terra. São meras suposições matemáticas pois que fisicamente precisariam ser provadas e precisariam de um embasamento científico para tal também. Mas como dissemos é uma primeira ideia que se constatada numericamente, apontaria para uma possibilidade real.


Depois de Matusalém que viveu 969 anos, o tempo de vida do ser humano caiu para 110 anos, pois José do Egito viveu 110 anos. Este último homem da listagem desta nova humanidade, José do Egito como é conhecido na bíblia e como é descrito no livro do Gênesis, principia um novo processo da existência humana. Termina um ciclo de longevidade do ser humano, originando então como dissemos um novo ciclo na terra.


A teologia cristã apresenta mais de uma centena de semelhanças na vida de José do Egito com a vida de Jesus Cristo. Coincidência?

Se nós queremos determinar, se algo é igual a outro, conferimos as semelhanças. Encontrando muitas semelhanças podemos admitir que um é igual ao outro. É como olhar duas pessoas gêmeas. Você compara os olhos, o nariz, a boca, o formato do rosto, a cor dos cabelos, o tipo de cabelos, a altura, o formato do corpo delas, a altura delas, a voz, etc. Com 10 semelhanças, você já se arrisca a dizer que são gêmeas?


No caso de José do Egito as semelhanças mencionadas, são os acontecimentos da vida de José comparados, com os acontecimentos da vida de Jesus e essas semelhanças são mais de uma centena!

Quando apresentamos uma ideia matemática, observamos as hipóteses e confirmamos com as teses, em havendo confirmações, estamos bem perto de encontrar uma verdade física. Essa é a lógica. E será o que vamos fazer nos capítulos vindouros, confirmar essas ideias que nascem baseadas nas informações de textos bíblicos.

Então aqui começa a nossa ideia, neste capítulo definido por nós como o Espaço de Hoje e cujos capítulos vindouros adentrarão nessa ideia de elucidação da existência humana, da elucidação de uma vida oculta, de entendimento dos espaços-tempo.





VIAGEM PARA O CÉU por ANTONIO FERNANDES MAMEDE é licenciado sob

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Capítulo 7 - Lei de Lorentz

 


Lei de Lorentz



A nossa ideia se baseou nos textos da bíblia, que mencionaram que o Adão foi expulso do Paraíso e lançado para fora deste Paraíso, e nesse lançamento supomos que a terra acompanhou a Adão nesse mesmo destino, saindo portanto do Espaço do Paraíso e adentrando para o Espaço dos Antigos, se posicionando justamente na Via Láctea e como, mencionamos antes, a terra agora está sujeita as forças gravitacionais da galáxia, das estrelas próximas, do sistema solar em adaptação a esse novo posicionamento cósmico, da vizinhança com os corpos celestes errantes e na trajetória desse espaço.


A terra nesse período possui grandes animais, homens de grande estatura, longevidade de quase 1000 anos e certamente podemos pensar numa situação climática e biológica favorável a essa longevidade.


A diminuição da rotação do planeta terra, provocou as consequentes situações climáticas e biológicas que ao final se transformaram no dilúvio?

Eu notei que a bíblia não menciona se existiram outras embarcações que salvariam outras pessoas. Mas se houvessem outras embarcações, parece que não conseguiram o escape da inundação do dilúvio, pois que segundo a bíblia, as águas cobriram os montes mais altos da terra e ninguém mais sobreviveu além de Noé e sua família. O livro de Gênesis capítulo 7, versos 21 e 22 descrevem os seguintes textos:


21 E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. 22 Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.

A ausência de embarcações de porte com possibilidade de enfrentarem um evento climático de tão grande magnitude, demonstra que a configuração da terra era bem diferente da atual, as pessoas parecem não saber lidar com inundações, ou possuírem um conhecimento maior da logística de deslocamentos no mar.

Além desse grande evento na terra, esta pode ter recebido o choque de asteroides, de meteoros, os quais, transmitiram nesses choques, o efeito de dezenas ou centenas de bombas atômicas, explodindo ao mesmo tempo, e provocando uma nova posição rotacional no planeta terra, acelerando ou desacelerando a rotação do mesmo, conforme a direção da queda.


Esses efeitos podem ter mudado a biologia do nosso planeta e daí formularmos a ideia de Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber, Espaço dos Antigos/José, do capítulo anterior.

Para prosseguirmos no entendimento desses espaços-tempo, precisamos relacionar as velocidades de cada sistema de espaço-tempo. Por exemplo, tranquilamente agora digito em meu teclado em completa estabilidade, em completo equilíbrio, em completo repouso no sistema terra.

Mas a terra não está parada, ela está em movimento com tudo e todos em movimento. Para termos uma ideia dessa magnitude de movimento, imagine que está na linha do equador e este meridianotem 40.028 km de perímetro. Você dará uma volta completa na terra em torno do seu eixo em 24 horas e retornará a mesma posição. A velocidade dessa rotação será o espaço percorrido dividido pelo tempo gasto nessa volta. Logo 40.028 km divididos por 24 horas vai ser igual a velocidade de rotação da terra. Esse valor será de 1.667,87 km/hora. E além desse movimento de rotação em torno de seu eixo, a terra ainda tem outros movimentos, só estamos falando desse principal na nossa ótica.


No caso, por exemplo de um carrossel de cavalinhos de pau, as crianças terão maior sensação de velocidade, conforme montem o cavalinho da borda. Se uma pessoa se situar exatamente no centro do carrossel, não terá praticamente nenhuma sensação de velocidade.


Podemos atribuir essa ideia ao próprio avião que percorre nossa atmosfera a 900 km/hora e nós que estamos em seu interior, no seu centro, não sentimos nenhuma sensação de velocidade, sentimos mesmo um repouso.

O sistema solar tem um sistema de forças gravitacionais que equilibram todos os corpos celestes em seu interior, embora estejam em movimentos individuais. Assim a galáxia forma um grande sistema também constituído de inúmeros sistemas estelares em seu interior.


E tudo está em movimento.

Um sistema na velocidade da luz teoricamente poderia ser imaginado da mesma forma que nos anteriormente falados. Podemos imaginar um espaço-tempo na velocidade da luz, como sendo um imenso espaço-tempo no formato de uma bolha, e em seu interior não sentirmos o efeito da sua velocidade?



De uma coisa sabemos, que haverá a contração do espaço-tempo em relação ao nosso espaço-tempo por conta dessa altíssima velocidade. Essa sensação de contração é comparativa entre os referenciais em diferentes velocidades, o que origina o pensamento de relatividade do tempo e das medidas também dessa malha do espaço-tempo.

Esse pensamento da contratura da malha do espaço-tempo foi a explicação que Einstein deu para esse efeito de contração demonstrado na lei de Lorentz.


Suponha que você tem uma nave estelar que se deslocasse a velocidade v de 299.620 km/s que é próxima da velocidade da luz, e quiséssemos saber a sua contratura, calcularemos o comprimento dessa nave multiplicado pela raiz quadrada de (1-v²/c²) sendo v a velocidade da nave e c sendo igual a velocidade da luz de 300.000 km/s.

Nesse caso, no nosso referencial teremos a sensação de que a nave será visualizada por nós como tendo 5 centésimos – 0,05 - do seu comprimento.

Interessante que pelo exemplo anterior ao adentrarmos na velocidade da luz com a velocidade v de 299.620 km/s, o espaço-tempo é contraido para 5% da medida inicial, ou seja, o comprimento diminuiu para 5% da medida original e o tempo se contraiu de 1 s do nosso referencial para 0,05 s. Esse tempo de 0,05 s é o tempo de um piscar de olhos. A contração foi 20 vezes menor que a original.

Se a nave tem 30 metros de comprimento teremos o seguinte cálculo da contração do comprimento da nave: 30 x raiz quadrada de (1 – 299.620² / 300.000²) = 30 x 0,05 = 1.5 metros. Incrível não é?

Uma pessoa que estivesse na iminência da velocidade da luz no vácuo, 299.620 km/s por exemplo com 1,80 m, teria uma contração de 1,80 m x 0,05 = 0.09 metros ou melhor iria para 9 centimetros de altura.

Mas se observarmos o sentido da espessura de uma pessoa que estaria na largura de 0.20 metros no exemplo anterior, a largura dela seria 0.20 x 0,05 = 0.01 metros ou 1 cm.

Uma curiosidade interessante é que o comprimento de um gafanhoto em pesquisa na internet varia de 3 centímetros a 12 centímetros. O de 12 centímetros é um gafanhoto gigante que ocorre lá pela Nova Zelândia, lá pela Oceania. A média é de 7,5 centímetros. Então uma pessoa próxima na velocidade da luz seria vista por nosso referencial como se tivesse 9 centímetros de altura. Como se fosse um gafanhoto médio!


Já para uma espessura de pessoa com 0.20 metros, encontramos a contração dessa espessura de 1 centímetro. Significa dizer que esta pessoa está na espessura de uma linha – nesse caso próxima a espessura de um barbante - que pode passar no buraco de uma agulha pois ela terá apenas 1 centímetro do nosso referencial! Lembrar que há 2000 anos atrás as linhas deveriam ser bem mais grossas que as atuais por causa da tecnologia daquela época.


Então pesquisando na bíblia a Primeira Carta de João, o apóstolo João, capítulo 1 verso 7 escreveu o seguinte texto:

7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.


Eu notei nesse texto que o apóstolo menciona ao mesmo tempo dois espaços-tempo diferentes dizendo: Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros… este foi o Espaço do Paraíso (andarmos na luz) e o outro espaço-tempo é o nosso próprio Espaço de Hoje onde João fala: ... e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.

E percebi também que o profeta Isaías em seu livro capítulo 40 verso 22, faz uma comparação com gafanhoto, num ponto de vista bem matemático, vejam:

Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;


Dessa forma um homem de 1.80 metros é visto no Espaço do Paraíso como se fosse um gafanhoto conforme calculamos anteriormente.

Da mesma forma num outro texto que está no livro de Marcos capítulo10 verso 25 encontrei:

25 É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus.

O rico nesse caso estaria tão espesso que não passaria na agulha – claro que a espessura é tipificada como pecado – mas se ele tiver a espessura normal de uma pessoa, e estiver adentrando ao Espaço do Paraíso, ele entrará na agulha.

No livro do Apocalipse encontrei muitas curiosidades. Uma delas é que este mesmo apóstolo João que mencionou o texto acima na sua carta, e onde imaginei que este falava do espaço-tempo do céu e que chamamos aqui de Espaço do Paraíso, mencionou uma viagem a este espaço-tempo e descreveu externamente uma cidade que chamou de Nova Jerusalém e também descreveu internamente essa mesma cidade.


Mas o mais interessante foi sua determinação em mostrar como era esse espaço-tempo, mostrando o espaço de um cubo envolvente dessa cidade, a preocupação em mostrar que esta vem de um outro espaço-tempo superior, o Espaço do Criador, porque ela desce do espaço acima para o espaço abaixo onde visualiza toda essa cena.

E mostra as medidas desta cidade. E menciona uma árvore que chama de árvore da vida que é a mesma árvore que estava no Paraíso, quando Adão é lançado para fora daquele espaço-tempo.


Por essa razão considero que esse espaço-tempo correspondente a Nova Jerusalém é o mesmo espaço-tempo contendo a terra no momento da criação, ou seja, esse espaço-tempo é o Espaço do Paraíso da nossa classificação.

Estas informações bíblicas, essas ideias que procuramos demonstrar em números simples, apontam para a indicação de que os discípulos de Jesus Cristo entendiam profundamente desses espaços-tempo, de uma forma toda especial, sem conhecerem matemática mais erudita e com uma certeza inabalável dessa vida oculta.

Até agora descobrimos que o apóstolo João falou desse Espaço do Paraíso, Marcos e Isaías falaram desse espaço-tempo também, bem como o próprio Moisés no livro do Gênesis que é creditado a ele a sua redação.


Uma vez que já conseguimos a mensuração de idades da terra, ou seja, já descobrimos os tempos da terra, precisamos descobrir as velocidades para esses espaços-tempo, que são as velocidades da terra naqueles períodos que classificamos de Espaço dos Antigos.

Vamos resumir melhor para entenderem.

Para a velocidade do Espaço do Criador mostraremos adiante como conseguir aferi-la, mas precisamos estudar outros textos da bíblia em capítulos vindouros sequenciais.

Já temos a velocidade do Espaço do Paraíso que é a velocidade da luz com 300.000 km/s.

Para o Espaço dos Antigos nos quatro períodos, já contabilizamos as idades da terra, faltam agora, determinarem-se as velocidades desses quatro períodos: Espaço dos Antigos/Matusalém, Espaço dos Antigos/Noé, Espaço dos Antigos/Éber e Espaço dos Antigos/José.

Conhecidas as velocidades e o tempo, em situações chaves, poderemos traçar um gráfico matemático, e ao introduzirmos nele aqueles tempos que mensuramos no Espaço dos Antigos, conseguiremos saber suas respectivas velocidades.

A ideia é finalmente a seguinte: Poderíamos adaptar um gráfico que relacionasse idades do ser humano relacionadas a terra em sua rotação. Se a terra estivesse na luz, na velocidade da luz como estava inicialmente no Espaço do Paraíso – o céu - a vida do ser humano seria eterna.


Se no eixo vertical traçarmos as ordenadas relacionadas a velocidades de rotação da terra e no eixo horizontal traçarmos as abscissas relacionadas ao tempo de vida do ser humano, teremos esse gráfico relacionado.

Para as ordenadas temos já três pontos conhecidos, a ordenada de 300.000 km/s, a ordenada de 1.667,87 km/hora que transformaremos para unidades km/s, e o ponto de ordenada 0, o qual significa que não há vida, quando a velocidade do planeta fosse 0, ou seja, num espaço-tempo inexistente onde não há velocidade.

Para o gráfico acima ainda teremos: Uma ordenada de 300.000 km/s correspondente a uma abscissa no infinito positivo, uma ordenada de 1.667,87 km/h correspondente a abscissa de 80 anos, uma ordenada igual a 0, de velocidade nula, correspondente a abscissa 0, ou seja, de idade inexistente.

Então precisamos apenas saber qual será o formato dessa curva no gráfico e que determine uma aproximação matemática para esta função. Vamos escolher por simplicidade uma curva parabólica do segundo grau e adaptá-la para esta função.







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Capítulo 8 - Espaço dos Antigos em Números

  

Espaço dos Antigos em Números





Inicialmente temos um eixo vertical correspondente as ordenadas associadas as velocidades de rotação da terra, nas situações definidas nos parágrafos anteriores. Temos também um eixo horizontal correspondente as abscissas associadas as idades dos seres humanos.


Conforme dissemos anteriormente, teremos três pontos obrigatórios de passagem da função matemática, somente não temos ainda o formato gráfico dessa função, que como dissemos também anteriormente, acreditamos seja uma função matemática de segundo grau, ou seja, uma parábola de segundo grau.

Se utilizássemos uma função exponencial, cuja precisão poderia ser bem maior, dificultaria aos leitores uma compreensão mais fácil. Sabendo que a variação vai ser bem pequena para os resultados, por questões didáticas, aproximei o traçado dessa função matemática a uma parábola de segundo grau.

A linha pontilhada acima determina o limite superior desta função. Ela representa a ordenada de 300.000 km/s, ou seja, acima dessa linha horizontal a função não poderá ser desenhada, porque não existem velocidades maiores nos espaços-tempo que a velocidade da luz.


O eixo horizontal das abscissas só tem valores positivos para as idades do ser humano, desta forma a função deverá ser desenhada, a direita do eixo das ordenadas.


O eixo vertical das ordenadas só tem valores positivos também para as velocidades, porque supomos serem sempre, velocidades de rotação positivas e no mesmo sentido, assim a função deverá ser desenhada acima dos eixos das abscissas.


Dessa forma a função deverá ser desenhada nesse espaço que reservamos na imagem acima.

Além desses limites para existência desta função, temos também um ponto conhecido de passagem desta função, com a abscissa para este ponto o valor de 80 anos de idade e para a ordenada deste ponto, o valor de 1.667,87 km/h transformado para 0,463 km/s.


A utilização desse ponto de passagem se deve a afirmação do Salmo 90, constante da bíblia sagrada no livro de Salmos, que também supomos ter sido de Moisés a redação. O Salmo 90 diz para os versos 4:4 Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite.. E nos versos 10, 11 e 12: 10 Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. 11 Quem conhece o poder da tua ira? Segundo és tremendo, assim é o teu furor. 12 Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.

A bíblia relata a profundidade do conhecimento de Moisés, por conta de seu conhecimento ter vindo de uma contatação imediata com o Criador, de ter obtido esses conhecimentos do Espaço do Paraíso, com o próprio Criador, como percebemos nas sentenças acima escritas no verso 4 e pela atribuição de um desejo científico do verso 12, ao desejar mais sabedoria e conhecimento matemático daquela vida oculta.


Dessa forma o ser humano atinge em média 70 a 80 anos e pode atingir as idades mais avançadas como limite, por exemplo, na idade de José do Egito – 110 anos – e, ou, um pouquinho mais, por exemplo o entorno de 120 anos.

Como dissemos acima Moisés tinha esse conhecimento desse Espaço do Paraíso, - o céu - pois o sabia do próprio Criador, com quem falava pessoalmente. Moisés sabia que o Espaço do Paraíso, possuía um relógio mais rápido que o nosso relógio na terra, pois se a velocidade desse Espaço do Paraíso é maior que nossa velocidade atual, significa dizer que o relógio do céu contava mais rapidamente que o do nosso espaço-tempo.


Percebem que Moisés usava a expressão contar? Por que tinha a necessidade de contar o tempo? Ou por que em seu salmo nos mostrava essa necessidade de saber diferenciar os tempos?

A precisão do texto de Moisés é muito grande, porque ele não falava de um dia com 24 horas, como hoje, para a definição de tempo relativamente a um dia e uma noite, num ciclo completo de rotação da terra.

Ele se refere a um período de um dia completo, no sentido de um dia iluminado pelo sol, ou numa noite completa sem o sol. Ele se refere a relatividade do tempo quando menciona que essa contagem está no tempo aos olhos do Criador, ou seja, no relógio do Espaço do Paraíso naquele período da criação.


Mais adiante, veremos que “… ao abrir e fechar os olhos …” , o Criador ordenará o toque da trombeta, e Paulo menciona isso em sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 15, verso 52:

52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.


Esse período de tempo de “… abrir e fechar de olhos …” mencionado por Paulo, sendo bem menor que o período mencionado por Moisés em “… aos olhos do Senhor ...”, demonstra que o Criador agora está em seu espaço-tempo – céu - , no Espaço do Criador e isto aponta para uma velocidade que é influenciada pela contração do espaço-tempo em 20 vezes - 1 para 0,05 - .

Coincidentemente o piscar de olhos na terra, evidencia um tempo de 0,05 segundos que foi chamada nas pesquisas biológicas em Londres, de cegueira do cérebro pois que este paralisa quase todas as suas funções vitais nesse espaço de tempo.

Imagem obtida no site da Pixabay
University College Londom

Aprender a contar esse tempo para transmitir as gerações futuras era o desejo de Moisés? Moisés sabia que os dias eram variáveis na terra, que tinha de considerar o tamanho desse dias e dessas noites, dependia da localização da pessoa na terra. Então Moisés sabia quanto era difícil essa determinação.

Pensando assim fizemos um estudo para um valor médio do tamanho de um dia ou de uma noite, na ótica do hemisfério norte, pois Moisés viveu nessa região que abrange Israel.

Dessa forma poderemos mensurar esse espaço-tempo que chamamos de Espaço do Criador, o tempo absoluto do céu?




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